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	<title>Tudo Notícias &#187; Chuvas</title>
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	<description>Notícias diárias sobre o Brasil e o Mundo</description>
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		<title>Produção agrícola paulista sofre prejuízos com a forte chuva</title>
		<link>http://www.tudonoticias.com/rural/producao-agricola-paulista-sofre-prejuizos-com-a-forte-chuva-81.html</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 21:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Os prejuízos podem ser percebidos nas feiras livres e supermercados, onde algumas mercadorias são ofertadas a preços mais caros e não raro com queda na qualidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A produção agrícola paulista tem sido fortemente afetada pela chuva que está acima da média. Ainda não há um levantamento preciso sobre todas as perdas geradas, mas já há estimativas de comprometimento da próxima safra. Os prejuízos podem ser percebidos nas feiras livres e supermercados, onde algumas mercadorias são ofertadas a preços mais caros e não raro com queda na qualidade.</p>
<p>Entre os segmentos mais sensíveis estão as verduras, cujos preços no setor atacadista da Companhia de Entreposto e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), o maior do mundo na venda de hortifrutigranjeiros, aumentaram 11% em janeiro. O economista da Ceagesp, Flávio Godas, observou que esse reajuste incidiu sobre uma base já elevada que foi de 22% em dezembro.</p>
<p>Um total de 10% da comercialização diária da Ceagesp – que é de 10 mil toneladas – é de verdura. Mas, neste mês, o giro caiu para 700 toneladas. Ele estima que nessa região de Mogi das Cruzes e de Salesópolis houve uma perda na colheita entre 15 e 20%. O grande problema neste segmento, segundo Godas, é que trata-se de uma cultura de curto prazo e desde o inverno passado a chuva tem afetado os ciclos de produção. Apesar disso, “não há risco de desabastecimento”, garante ele, ao lembrar as opções da produção em estufa ou mesmo da hidroponia. A questão é que esse recurso tecnológico implica em mais gastos com investimentos e repasse ao consumidor final.</p>
<p>A Agência Brasil observou alguns preços, praticados, no varejo e constatou que em alguns pontos, a alface é vendida por até R$ 2. Quanto às frutas e leguminosas, a maioria vem de outros locais e não chegam a causar grande impacto em razão das chuvas, aponta Godas. Ainda assim, em janeiro os preços subiram em média 1,25% no caso das frutas ante um alta anterior de 3% de dezembro.</p>
<p>O abastecimento da Ceagesp é formado por produtos que chegam de l.488 cidades de 18 países. Da Holanda, por exemplo, foram importados pela primeira vez, carregamentos de cebola para contornar a queda da safra comprada do estado de Santa Catarina, também castigado pela forte chuva.</p>
<p>Lotes de maçã – normalmente, fornecidos pelo Sul do país (Rio Grande do Sul e Santa Catarina) também chegam da França e da Argentina. O melão é fornecido pelo Rio Grande do Norte. Da China, vem o alho, dos Estados Unidos, pêra, uva, pêssego e ameixa. E da Nova Zelândia, o kiwi.</p>
<p>De acordo com o último levantamento em torno do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a laranja aparece entre os principais itens que ajudaram a aumentar a inflação. Na terceira prévia de janeiro, o produto subiu 10,31%. Mas neste caso a razão não é a chuva, mas o período de entressafra, além das exportações do suco de laranja.</p>
<p>O pesquisador do Instituto de Economia Agrícola (IEA), Sérgio Torquato, destacou ser “ainda é prematuro” fazer uma análise quantitativa sobre as perdas na agricultura paulista. Os dados ainda estão sendo apurados. Mas, segundo ele, já se sabe que haverá diminuição na oferta e também na qualidade do feijão, “sensível à formação de fungos e mofos diante da grande umidade”. Ele informou que a cultura do café também vem sendo afetada porque o excesso de água traz doenças e pragas. Dos 223 mil hectares plantados, a maioria 23% concentra-se na região de Franca.</p>
<p>Outro exemplo é a cana-de-açúcar. Torquato adverte, porém, que as condições climáticas atrasou as colheitas, mas não é a única a favorecer uma alta dos preços do açúcar e do álcool. &#8220;Apenas vem se somar à concorrência de preços com as importações da Índia&#8221;, disse. Em São Paulo estão 60% da produção nacional – de 530 milhões de toneladas.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Angra dos Reis: turistas continuam chegando</title>
		<link>http://www.tudonoticias.com/geral/angra-dos-reis-turistas-continuam-chegando-56.html</link>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 12:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Angra dos Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a prefeitura, Angra teve um fim de semana típico da região, com sol e calor e, naturalmente, praias lotadas. o que indica que a cidade, aos poucos, volta à normalidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da tragédia na virada do ano, quando 53 pessoas morreram e outra continua desaparecida na Enseada do Bananal, em Ilha Grande, e no Morro da Carioca, no centro da cidade, o município de Angra dos Reis, no litoral sul fluminense, continua a receber turistas brasileiros e estrangeiros.</p>
<p>Segundo a prefeitura, Angra teve um fim de semana típico da região, com sol e calor e, naturalmente, praias lotadas. o que indica que a cidade, aos poucos, volta à normalidade.</p>
<p>Na madrugada de domingo (10), chegou a Angra mais um grupo de turistas argentinos, sendo 92 adultos e 39, crianças, que estão hospedados, em sua maioria, no resort Vila Galé, um dos mais sofisticados da região.</p>
<p>“Eles passaram o dia todo na estrutura de lazer dos hotéis, na praia, nas piscinas, acompanhados pelos  recreadores com várias atividades de entretenimento, principalmente para as crianças. Desde essa segunda-feira (11), estão desfrutando de uma programação que inclui passeios de saveiros pela Baía de Ilha Grande e de city tour para conhecer os monumentos históricos. </p>
<p>No último dia 3, um grupo de mais de 100 turistas argentinos já havia chegado à cidade em um dos 14 vôos charter (fretados) que terão a cidade como destino até abril, totalizando cerca de 3 mil turistas argentinos no período.</p>
<p>Ainda segundo a prefeitura, nas praias do corredor da Estrada do Contorno, local que foi bastante prejudicado com as chuvas da virada do ano e que teve o acesso interrompido, o fim de semana foi normal e muita gente circulou de carro, de ônibus e de moto sem problema.</p>
<p> Na Vila do Abraão, o movimento também foi intenso em razão da chegada de mais um transatlântico. A prefeitura admite, porém, que “o movimento ainda está longe do que normalmente a Vila do Abraão tem nesse período, assim como outras praias em Ilha Grande, mas deixa a certeza de que a estrutura do turismo nessas localidades está funcionando normalmente.</p>
<p>Segundo informações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit), no momento apenas um ponto da Rodovia Rio-Santos (a BR-101) está em meia pista, na altura do km 477, “o que não impede o acesso a Angra ou o tráfego na Rio-Santos”.</p>
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		<title>Depois das férias, Lula começa a semana de trabalho com uma série de desafios</title>
		<link>http://www.tudonoticias.com/politica/depois-das-ferias-lula-comeca-a-semana-de-trabalho-com-uma-serie-de-desafios-42.html</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 13:31:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meio a tantos problemas, assessores de Lula afirmam que ele definiu prioridades. A primeira é liberar dinheiro para as vítimas das chuvas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_44" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img src="http://www.tudonoticias.com/wp-content/uploads/2010/01/lula.jpg" alt="Lula" title="Lula" width="300" height="450" class="size-full wp-image-44" /><p class="wp-caption-text">Lula</p></div>Depois de dez dias de descanso na praia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarca no domingo (10) em Brasília com uma série de desafios para enfrentar. A lista de problemas que Lula tem para resolver vai desde a decisão sobre a extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti até as definições sobre a compra dos caças, eventuais alterações Programa Nacional de Direitos Humanos e ainda liberação de recursos para os municípios atingidos pelas chuvas.</p>
<p>Em meio a tantos problemas, assessores de Lula afirmam que ele definiu prioridades. A primeira é liberar dinheiro para as vítimas das chuvas. Em seguida o presidente deve resolver os impasses envolvendo o Programa Nacional de Direitos Humanos e a compra de 36 caças para a renovação da frota aérea nacional do programa FX-2.</p>
<p>As divergências sobre rever pontos do Programa Nacional de Direitos Humanos, abrindo a possibilidade de punição a ex-torturadores, provocou a ameaça de renúncia coletiva do ministro da Defesa, Nelson Jobim, e dos comandantes militares. Eles resistem às mudanças defendidas pelos ministros da Justiça, Tarso Genro, e da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vanucchi.</p>
<p>Há controvérsia em torno da compra dos caças, uma vez que Lula seria simpatizante dos aviões franceses, enquanto os militares defenderiam os suecos. O relatório sobre as propostas foi concluído pelo Comando da Aeronáutica.</p>
<p>O governo decidirá por uma das três concorrentes &#8211;  a sueca Saab, fabricante do modelo Gripen NG; a norte-americana Boeing, responsável pelo caça F-18 Super Hornet e o consórcio Rafale International, liderado pela francesa Dassault. O ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, avisou que a decisão final será política e não apenas técnica. Lula decidirá sobre a compra dos aviões-caça em parceria com Jobim.</p>
<p>Até quarta-feira, Lula vai conversar com os governadores dos estados atingidos pelas chuvas. No dia 13, tem reunião agendada com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB).</p>
<p>A ideia de Lula é liberar mais recursos para a Baixada Fluminense e a região de Angra dos Reis, no Rio. De  férias, o presidente conversou com Cabral e a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB). Por sua determinação, foi acelerado o apoio do Ministério da Integração Nacional aos dois estados.</p>
<p>Nos próximos dias, Lula quer reunir os ministros da área econômica. O objetivo é definir a ampliação de investimentos no país em 2010 uma espécie de segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento &#8211; o PAC 2.</p>
<p>Porém, antes, o governo deverá responder à ação movida pelo PSDB que questiona na Suprema Corte a medida provisória (MP) que abre  créditos extraordinários de R$ 18,19 bilhões para diversos órgãos do governo federal. Para os tucanos, a iniciativa contraria o sentido do que vem a ser Mps &#8211; para atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública.</p>
<p>Também nos próximos dias, Lula deve decidir sobre a extradição de Battisti. Antes de voltar a Brasília, o presidente disse que aguardava o envio dos autos do processo pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>O ex-ativista teve a extradição aprovada pelo Supremo, mas cabe ao presidente a palavra final. O italiano é acusado de quatro homicídios, na década 70, quando participava do grupo Proletários Armados pelo Comunismo. Ele nega participação nos crimes.</p>
<p>A exemplo do presidente da República alguns de seus assessores diretos tiraram alguns dias de descanso entre o final do ano passado e o começo de janeiro. O ritmo político em Brasília é retomado com a volta de  Lula e de vários de seus ministros, uma vez que a Esplanada dos Ministérios em Brasília foi esvaziada pelo período de festas.</p>
<p>Aproveitaram para tirar uns dias de descanso os ministros da Fazenda, Guido Mantega; do Planejamento, Paulo Bernardo; da Secretaria de Comunicação da Presidência, Franklin Martins; da Agricultura,  Reinholds Stephanes, e dos Esportes, Orlando Silva.</p>
<p>Desde o dia 30 até este domingo (10), Lula está de férias em companhia da primeira-dama, Marisa Letícia. O casal aproveitou parte do período de descanso ao lado dos dois filhos, das noras e dos netos. Lula e Marisa Letícia passaram por Fernando de Noronha (PE), depois com a família seguiram para a Base Naval de Aratu (BA) e fecharam a temporada em São Paulo.</p>
<p>Sempre que tem uns dias de descanso, Lula opta pela praia baiana de Inema. Localizada a 30 quilômetros de Salvador, Inema se localiza em uma região militar – com conjuntos habitacionais, quadras esportivas e um cinema. O local é tranquilo e de difícil acesso para curiosos.  Um muro separa a praia de Inema da base da comunidade de São Thomé de Paripe.</p>
<p>Apesar de ter chovido nos últimos dias, o presidente não demonstrou aborrecimento nem incômodo. Foi à praia, passeou pela areia e entrou no mar. Nos poucos momentos que conversou com a imprensa, Lula disse que estava otimista em relação a 2010. </p>
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		<title>Falta de registro deixa vulneráveis 90% do patrimônio histórico do país, denuncia entidade</title>
		<link>http://www.tudonoticias.com/cultura/falta-de-registro-deixa-vulneraveis-90-do-patrimonio-historico-do-pais-denuncia-entidade-32.html</link>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 19:58:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Sencu]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[A recuperação de edificações com valor histórico depende da existência de registros documentais e fotográficos dos diversos aspectos da estrutura e estética do imóvel, o chamado levantamento cadastral]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A recuperação de edificações com valor histórico depende da existência de registros documentais e fotográficos dos diversos aspectos da estrutura e estética do imóvel, o chamado levantamento cadastral. Em caso de acidentes, são essas informações que vão guiar os trabalhos de restauração ou até a reconstrução do patrimônio.</p>
<p>Entretanto, segundo coordenador geral de projetos da Defesa Civil do Patrimônio Histórico (Defender), Telmo Padilha, 90% do patrimônio histórico do país não disdpõem desse levantamento. Caso essas edificações sejam destruídas incêndios ou enchentes, estarão completamente perdidas. A Defender é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) gaúcha que atua desde 2002 na defesa do patrimônio histórico e artístico.</p>
<p>A inundação que deixou o município paulista de São Luiz do Paraitinga submerso e danificou construções do século 19 deve servir de alerta para que sejam catalogados outros sítios históricos como forma de proteger o patrimônio, na avaliação de Padilha. “Existem países que passaram por guerras, que foram totalmente destruídos e reconstruíram”, ressaltou.</p>
<p>Sobre São Luiz do Paraitinga, o Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) informou que, como o processo de tombamento do conjunto arquitetônico da cidade estava em estado avançado, as construções foram registradas e catalogadas. Em pouco tempo o conjunto do município poderia integrar o grupos dos cerca de 100 sítios urbanos tombados pelo instituto.</p>
<p>Isso é diferente do que acontece na capital do estado, onde, de acordo com o presidente da Associação Preserva São Paulo, Jorge Eduardo Rubies, milhares de imóveis de valor histórico e arquitetônico não recebem qualquer tipo de proteção. “O patrimônio histórico aqui de São Paulo está ameaçado, é mal cuidado, pouco valorizado, a situação é realmente muito ruim”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Segundo Rubies, a valorização das áreas onde estão localizados imóveis de importância histórica acaba fazendo com que essas propriedades sejam adquiridas por grandes empresas que depois derrubam as edificações e usam os terrenos para outros fins.“A especulação imobiliária é a grande responsável pela destruição do patrimônio histórico, porque eles não tem o menor interesse em preservar, querem destruir tudo mesmo”, disse.</p>
<p>Os tradicionais conjuntos habitacionais operários da Mooca, na zona leste, estão sendo demolidas, segundo Rubies, para a construção de megacondomínios. “São uma coisa que a gente considera uma excrescência no tecido urbano da cidade, porque esses megacondomínios arrasam quarteirões inteiros para construir essas torres fortificadas totalmente separadas da cidade, não têm um diálogo com a cidade”, destacou.</p>
<p>O setor imobiliário, acrescentou Rubies, usa o poder financeiro para influenciar a esfera política e realizar esse tipo de modificação na estrutura urbana. Ele relembrou a cassação de 16 vereadores determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por receberem doações irregulares da Associação Imobiliária Brasileira (AIB).</p>
<p>Telmo Padilha lembra que existe o conceito equivocado de que substituir construções antigas por obras mais modernas é uma forma de desenvolvimento. “A velocidade da destruição do patrimônio é diretamente proporcional ao que se chama de progresso”.</p>
<p>O metrô paulistano, aponta Jorge Rubies, arrasou dezenas de imóveis de valor histórico durante a sua construção e continua derrubando na sua atual expansão. O que, segundo o presidente da Preserva São Paulo, não seria necessário. “Somos defensores incondicionais do metrô. Mas por exemplo, em Paris foi construído um metrô enorme e se preservou tudo de importante na cidade”.</p>
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